Categorias
Blog

Cozinhas com armários coloridos: colorindo o coração da casa

As cozinhas costumam ser os cômodos com maiores desejos e expectativas nos projetos de reforma por aqui. E além de desejos comuns como ampliar, integrar e torná-las mais funcionais, todos querem espaços gostosos e bonitos para viver bons momentos.

E para nossos clientes que gostam de cor ter armários coloridos é uma ótima forma de trazer mais vida e personalidade às cozinhas. Já tivemos cozinhas em diferentes tons, amadeirados e também com paletas mais neutras, que vão dos beges e cinzas ao branco. A escolha depende do gosto e preferência de cada um e o efeito varia conforme a combinação com bancadas, revestimentos e iluminação, mas o resultado sempre dá um charme a mais nos espaços.

E antes de você pensar que precisa escolher uma cor única para todos os armários da cozinha, já vamos mostrando aqui que não precisa ser assim. Todos em um mesmo tom é uma boa opção também, mas em algumas exploramos contrastes e misturas, muitas vezes variando a cor e material entre o armário que fica abaixo da bancada ou acima, ou em um bloco de uma torre quente. Essa divisão pode ajudar a equilibrar o visual do ambiente, organizar volumetrias e dar mais leveza à composição. Caso você tenha receio de enjoar ou de carregar o ambiente com um armário colorido ou escuro, tente colocar a ousadia nos armários mais baixos e deixar tons mais neutros e claros nos que estão mais altos, no nível do olhar de uma pessoa em pé.

Além da escolha da cor, os acabamentos também fazem diferença. A maioria dos armários coloridos em nossos projetos é feita com MDF revestido/laminado, que já vem colorido de fábrica — é prático, durável e fácil de manter. Em outros casos, optamos por pintura em laca ou acabamento similar, que tem uma gama maior de cores e variação de tons e um visual mais sofisticado, mas tem um custo mais alto e exige cuidado extra no dia a dia, para evitar riscos ou lascas.

Mais do que tendência, acreditamos que as cozinhas coloridas são uma forma de expressar estilo, afeto e aconchego. Afinal, se esse é hoje um dos espaços mais usados da casa pela maior parte das famílias, por que não torná-lo também um dos mais bonitos?

E como amantes de espaços retrôs sempre nos lembramos e nos inspiramos nas cozinhas antigas, dos anos 60 e 70, em que as pessoas não tinham medo na hora de escolher cores e estampas!

Mas a cor dos armários não é a única forma de ter uma cozinha com personalidade e com a sua cara. E armários mais neutros não significam uma cozinha sem graça. Abaixo juntamos alguns exemplos de cozinhas com armários em cores neutras ou amadeirados mas que esbanjam charme!

Pensando em transformar sua cozinha em um espaço com mais identidade?
Entre em contato com a gente! A Dobra Arquitetura, em Belo Horizonte, pode te ajudar a criar um projeto funcional, acolhedor e cheio de cor.

Categorias
Blog

Concreto aparente: quando a estrutura vira protagonista

Em muitos imóveis a estrutura original de concreto está ali, bem sob nossos olhos — mesmo quando coberta por camadas de massa e tinta. Às vezes é possível perceber sua presença pelas mudanças sutis de nível nas paredes ou pelo desenho que aparece no teto. E, durante a reforma, esses elementos podem emergir com força total.

Ao integrar ambientes ou remover forros e revestimentos é comum que vigas, pilares ou lajes venham à tona. Em vez de esconder ou disfarçar, em alguns projetos decidimos seguir outro caminho: deixamos o concreto à mostra, assumindo sua textura, cor e presença como parte essencial da estética dos espaços.

O concreto aparente traz personalidade e cria contrastes interessantes com outros materiais. Ele pode dialogar com madeira, tecidos, cores ou peças mais delicadas — e é exatamente nesse equilíbrio que os ambientes ganham força.

Além disso, é um material que envelhece bem. Está acima de modismos e continua bonito com o passar do tempo, com praticamente nenhuma necessidade de cuidado ou manutenção. Nos nossos projetos de reforma adoramos encontrar essas camadas escondidas e muitas vezes torná-las protagonistas dos espaços!

Quer repaginar sua casa com personalidade e a sua cara?
Fale com a gente! Podemos te ajudar a explorar o máximo potencial do seu espaço. 

Categorias
Blog

Itens com história: peças antigas que dão mais personalidade aos espaços

Uma poltrona herdada dos avós, um espelho garimpado em antiquário, aquela luminária vintage que atravessou décadas. Em nossos projetos, adoramos quando objetos assim entram em cena. Selecionamos aqui alguns pra você ver. Mais do que decorar, eles contam histórias — e são capazes de transformar a casa em um lugar único, cheio de identidade.

Misturar o antigo com o novo é uma das formas mais bonitas de criar um lar com camadas. Uma estante contemporânea pode conviver perfeitamente com uma cadeira dos anos 1960. Um tapete desbotado pelo tempo pode dar ainda mais charme a uma sala recém-reformada. É nessa combinação que os espaços ganham alma.

Além do valor afetivo, usar peças antigas ou garimpadas traz outros pontos positivos:
Sustentabilidade: Reaproveitar móveis e objetos é uma forma de consumir menos e preservar recursos.
Economia circular: Ao comprar de antiquários, brechós e pequenos restauradores, você fortalece o trabalho artesanal e valoriza o que já existe.
Autenticidade: Diferente dos móveis produzidos em série, os itens antigos têm marcas do tempo, materiais nobres e histórias que ninguém mais tem igual.

Aqui na Dobra Arquitetura buscamos sempre criar projetos residenciais que respeitam as memórias dos moradores — e isso muitas vezes passa por preservar objetos cheios de valor simbólico. Seja mantendo o móvel original, seja pensando o ambiente ao redor dele com carinho, acreditamos que arquitetura também é afeto.

Fizemos uma lista de alguns locais em Belo Horizonte pra você bater perna e garimpar:

Rua Itapecerica, Lagoinha (nessa rua é possível encontrar, além de ferros-velhos, muitas lojas de móveis antigos). Procure a loja do Roberto, no número 447. Além de vender ele faz restauro de móveis antigos.

Lisboa Demolições: Av. Waldomiro Lobo, Nº 2020. Lá você vai encontrar principalmente gradis, portas e janelas antigas.

ColetivoAU: R. Visc. de Taunay, 124, São Lucas. Curadoria de vários móveis e objetos antigos, muitos já restaurados.

Pé Palito: Rua dos Timbiras, 2500. Localizada no Edifício JK, a loja é especializada em móveis modernistas. 

Quer repaginar sua casa sem abrir mão da história que ela carrega?
Fale com a gente! Podemos te ajudar a misturar o antigo e o novo de forma leve, criativa e cheia de personalidade.

Categorias
Blog

Quando contratar um projeto de arquitetura?

Sabe aquela reforma que você quer tirar do papel, mas não sabe muito bem como planejar, quando deve começar, ou, para o nosso artigo de hoje, com quanta antecedência deve consultar um arquiteto? 

Então vem com a gente que hoje vamos te explicar um pouco mais sobre tempos de projeto.

OBSERVAÇÃO:

Antes de tudo, é sempre bom já ter alguns elementos pensados na hora de pedir o projeto a um arquiteto. 

Se quiser saber mais sobre o que deve ser considerado antes de sua reforma/obra, confira o nosso artigo de blog “Primeiros passos para planejar sua reforma dos sonhos” 

ENTENDENDO AS ETAPAS DO PROCESSO

O TEMPO DE UM PROJETO

Aqui na Dobra levamos em média três meses na elaboração de nossos projetos. Este tempo inclui as fases iniciais, de medição do espaço e conversas com nossos clientes, para absorvermos seus desejos e ideias; a concepção de diferentes opções de plantas, para que os clientes escolham a que mais se identificam; a elaboração de modelo 3d, com proposta de cores, materiais, móveis etc, e, por fim, o detalhamento técnico do projeto, voltado para os orçamentos e para a execução da obra.

Lembre-se que seu espaço durará muito mais tempo que essa espera, então vale a pena investirmos todo o cuidado, a atenção e a dedicação que ele merece!

Alguns clientes precisam de um prazo maior pra refletir entre uma etapa e outra, e em função disso o projeto pode demorar mais pra ser concluído. Mas se é pra seguir em frente com mais certeza e segurança, damos todo o apoio! 

CONSTRUÇÕES QUE NECESSITAM DE APROVAÇÃO LEGAL:

Vale lembrar que projetos de construção de casas ou de reforma que demandam aprovação na prefeitura, tem que contar com um tempo extra de análise pelos órgãos competentes. Em Belo Horizonte, por exemplo, o tempo médio que a prefeitura leva é de a partir de 3 meses, mas todo o processo legal pode durar mais. Consulte um profissional para se orientar sobre a necessidade ou não de aprovação: construções novas e ampliação da área construída normalmente demandam esse processo. E em algumas localizações há restrições maiores.

HORA DE ORÇAR A OBRA

Com o projeto pronto e detalhado, é possível orçar todos os ítens da obra: dos materiais à mão de obra. E ter calma e tempo nessa fase pode fazer toda a diferença no processo de obra e no resultado final!

O projeto detalhado se torna um importante instrumento de planejamento: com ele é possível orçar mão de obra e materiais para a execução, além de planejar com equipes especializadas o prazo de duração total da execução, ou estudar uma divisão da execução em etapas de forma inteligente e bem planejada.

Essa é a hora de visitar lojas, comparar materiais e conversar com diferentes equipes, pra escolher o que tem o melhor custo-benefício ou o que ganhar seu coração. Recomendamos que você reserve 1 mês pra essa fase.

EXECUTANDO O PROJETO

Este é o tempo mais variável. Dependendo do tamanho de sua construção, quantidade de cômodos, andares, complexidade das intervenções, tamanho da equipe, logística do espaço, entre outros. 

Com nossa experiência, já temos uma média pra contar te contar: reformas de apartamentos inteiros costumam durar um mínimo de 4 meses até a sua conclusão.

RESUMINDO…

Para sua obra, contando projeto e execução, quanto tempo antes você deve contactar um arquiteto?

PARA PROJETOS QUE DEMANDAM APROVAÇÃO DA PREFEITURA.

As etapas são: projeto de arquitetura (3 meses), aprovação nos órgãos legais (mínimo de 3 meses), finalização dos detalhamentos do projeto conforme o material aprovado, orçamentos com empreiteiras e visitas em lojas (1 a 2 meses),  execução (mínimo de 4 meses). Somando tudo isso, o prazo ideal aqui seria de no mínimo 1 ano antes da data em que se espera ter a obra finalizada.

PR/OJETOS QUE NÃO DEMANDAM APROVAÇÃO DA PREFEITURA.

As etapas aqui são: projeto de arquitetura (3 meses), orçamentos de mão de obra e materiais (aproximadamente 1 mês) e, por fim, a execução (mínimo de 4 meses). Somando essas etapas, a recomendação seria contratar o projeto pelo menos 8 meses antes da data em que se espera ter a obra finalizada.

Falamos aqui sobre os tempos médios pela nossa experiência em nossos projetos, mas claro que cada caso é um caso, com demandas e necessidades particulares, e podemos entender melhor qual é o seu.

Já sabia de todos esses tempos? Quer realizar um orçamento com a Dobra Arquitetura para uma reforma em Belo Horizonte e região? Entre em contato conosco através deste link

Categorias
Blog

Como deixar seu banheiro mais aconchegante

Quem não quer uma casa confortável e acolhedora em todos os ambientes? Mas, convenhamos: o banheiro nem sempre recebe esse mesmo cuidado. Muitas vezes ele é visto só como um espaço funcional — e acaba ficando de fora quando o assunto é aconchego.

Mas a gente acredita que dá, sim, pra transformar esse cantinho! A seguir, separamos algumas dicas simples e práticas para deixar seu banheiro mais aconchegante, bonito e com a sua cara.

1. ESCOLHA BEM AS CORES.

Os banheiros geralmente são revestidos com materiais resistentes à umidade, que tem temperatura mais fria, o que não traz muito aconchego. Uma forma de balancear isso, ao menos visualmente, é usar tons quentes, como beges, tons rosados, amarelados ou terrosos, seja nos próprios revestimentos, na pintura ou em detalhes. Assim, apesar de uma temperatura fria ao toque, temos um resultado “quente” visualmente.

2. A MADEIRA TAMBÉM PODE SER SUA ALIADA.

A madeira é um clássico quando o assunto é aconchego. No banheiro, ela precisa de mais cuidado com a umidade, por isso o ideal é usá-la em locais estratégicos: armários, prateleiras, nichos ou molduras de espelho funcionam muito bem.

 

E aqui vai uma dica extra: em lavabos (onde o uso é menos frequente), dá até para ousar mais e usar madeira na bancada, no lugar da tradicional pedra. O resultado é charmoso e acolhedor.

3. ELEMENTOS DECORATIVOS COM PERSONALIDADE.

Adornos e objetos decorativos ajudam a dar mais personalidade aos banheiros. E ter um cômodo com a sua cara ajuda na sensação de acolhimento e bem estar. Vale colocar quadrinhos, esculturas, artesanatos ou objetos afetivos nesse cantinho às vezes esquecido da casa!

Se a ideia é trazer mais aconchego, vale dar prioridade a objetos com tons quentes ou suaves, como cestos de palha ou vasos de barro. As famílias das cores rosadas, beges ou terrosas mais uma vez podem ser ótimas escolhas aqui, pra tapetes, toalhas ou kits de saboneteira, porta escova de dentes etc.

O verde, apesar de não ser uma cor quente, dependendo do tom traz uma sensação de bem-estar. A presença dele, seja nos revestimentos, pintura ou em plantas, também pode ser uma boa escolha pra tornar o banheiro um espaço mais gostoso.

4. SAIBA QUAIS SUPERFÍCIES REVESTIR.

Muita gente acha que o banheiro precisa ser 100% revestido com azulejo — mas não é bem assim. Os revestimentos são essenciais nas áreas com água (como o box, piso e bancada), mas fora dessas áreas, dá pra variar!

Você pode revestir só até meia altura e usar tinta no restante da parede. Isso deixa o espaço mais leve, econômico e fácil de renovar — afinal, pintar é muito mais simples do que trocar revestimentos. De tempos em tempos, é só mudar a cor e dar uma nova cara ao ambiente.

5. A LUZ PODE SER O DIFERENCIAL.

Iluminação tem sempre o potencial de deixar tudo bem mais aconchegante – ou minar o aconchego proporcionado pelos outros itens. Temos no mercado as opções de temperatura de lâmpadas nas cores branca, neutra e amarela. Essas duas últimas são mais aconchegantes, e a primeira, branca/fria, proporciona uma sensação de alerta, que evitamos em ambientes domésticos (deixamos ela pra cozinhas de restaurantes, indústrias e por ai vai). 

Aqui na Dobra a luz quente, de 3000k, é sempre a nossa primeira opção pra casa toda. 

 

Depois de colocar essas ideias em prática, com certeza o seu banheiro vai deixar de ser só funcional e se tornar também um espaço gostoso, com mais personalidade e conforto para o seu dia a dia.

Categorias
Blog

Como planejar sua reforma: primeiros passos para transformar seu espaço

Pensar em reformar a casa pode dar um frio na barriga. Por onde começar? O que precisa ser decidido antes de contratar alguém? Quanto tempo vai durar? Essas dúvidas são comuns, e por isso reunimos aqui os primeiros passos para quem quer planejar uma reforma com mais segurança e clareza.

1. ENTENDA SUAS NECESSIDADES

Antes de mais nada, pare para observar seu espaço atual. O que incomoda? O que gostaria de mudar? Pode ser que você precise de mais luz natural, integrar ambientes, renovar acabamentos ou adaptar a casa para uma nova fase da vida. Ter clareza sobre o que você busca vai ajudar muito nas próximas etapas.

2. PENSE EM UM ORÇAMENTO INICIAL

Saber quanto você está disposto a investir é essencial. Isso vai guiar decisões de projeto, escolhas de materiais e o ritmo da obra. É importante lembrar que, em reformas, imprevistos podem acontecer — por isso, ter uma margem de segurança no orçamento é sempre uma boa ideia. Profissionais da área poderão de ajudar nesse entendimento, mas é importante você refletir sobre quanto gostaria ou está disposto a gastar. Isso poderá nortear o grau das intervenções, as soluções espaciais e materiais. Ou também um estudo da execução em etapas, sem que o resultado final seja comprometido.

3. CONSULTE UM PROFISSIONAL

Contar com um arquiteto desde o início do processo é um dos maiores aliados de uma reforma bem-sucedida. O projeto vai muito além da estética: é ele quem organiza as ideias, propõe soluções e planeja cada detalhe da transformação, considerando suas necessidades, o espaço disponível e o orçamento.

4. ELENQUE PRIORIDADES

Principalmente em imóveis mais antigos, é importante definir o que é mais urgente. Reformas estruturais, como atualização das instalações elétricas e hidráulicas, costumam vir antes de mudanças estéticas. Além de garantir segurança e funcionamento, essas etapas são mais difíceis de resolver depois, quando a casa já estiver com acabamentos novos. Um bom planejamento ajuda a equilibrar o que é necessário com o que é desejado.

Em caso de dúvidas profissionais podem te ajudar a interpretar isso!

5. LEVANTE INFORMAÇÕES DO IMÓVEL

Ter em mãos a planta original, fotos do local, medidas aproximadas e informações sobre estrutura, elétrica e hidráulica ajuda (e muito!) no início do projeto. Se não tiver tudo isso, não tem problema (e é muito comum não se ter): um arquiteto pode ajudar a levantar essas informações durante uma visita técnica. Mas quanto mais informações prévias você tiver, melhor. 

6. PENSE NO TEMPO DISPONÍVEL

Nem toda reforma precisa ser longa, mas é importante ter noção do tempo que você pode (ou quer) dedicar ao processo. Sua disponibilidade pode influenciar no porte das transformações. E pense nisso com carinho: você pode passar muitos anos no espaço reformado, então alguns meses de espera poderão valer a pena para um bom resultado.

A média de duração dos nossos projetos é de 3 meses, e a duração das obras a partir de 4 meses – mas esses tempos dependem do porte, equipes contratadas etc. Cada caso é único e podemos te ajudar a entender melhor sobre o seu!

7. EM CASO AMPLIAÇÕES OU MUDANÇAS QUE EXIGEM APROVAÇÃO EM ÓRGÃOS PÚBLICOS

Se sua reforma envolve ampliações, anexos, entre outros, pode ser necessária a aprovação do projeto na prefeitura antes do início da obra.

Esse processo pode levar alguns meses, então é importante se informar desde o começo. Um arquiteto habilitado é quem poderá avaliar se esse tipo de aprovação é necessário e conduzir o processo de forma correta.

8. TENTE MINIMIZAR CONFLITOS COM VIZINHOS

Reformas costumam gerar barulho, sujeira e movimentação. Por isso, avisar os vizinhos com antecedência pode evitar conflitos desnecessários.

Uma conversa informal, uma mensagem educada ou até uma cartinha explicando a previsão de duração da obra e pedindo desculpas pelos transtornos já ajudam muito a manter um clima amistoso. Se além disso você puder presentear com um mimo como um chocolate pode ser ainda melhor!


Está pensando em reformar seu apartamento ou casa em Belo Horizonte?
Entre em contato com a gente! A Dobra Arquitetura pode te ajudar a transformar seu espaço com um projeto pensado nos mínimos detalhes.

Categorias
Blog

Projeto Dobra: como é o nosso jeito de trabalhar

Muito espaço pra conversa! Foto: Carlos Hauck

Fazer projetos com mais participação e envolvimento dos clientes: foi isso que nos motivou abrir a Dobra Arquitetura, lá em 2013.

A partir de um método de projeto exclusivo, trabalhamos com autoria compartilhada, ou seja, nossos projetos são elaborados com a participação dos clientes, numa relação de proximidade, diálogos abertos e troca de ideias. Acreditamos que os autores dos projetos não somos apenas nós, mas também as pessoas que vão executar, viver e usar os espaços.

Vamos contar aqui um pouco sobre como o Projeto Dobra funciona e como garantimos que os clientes possam expressar suas ideias e participar ativamente de cada decisão, atingindo o projeto ideal de forma mais rápida e com a sua cara!

ETAPAS DO PROJETO

O Projeto da Dobra pode durar mais ou menos tempo, de acordo com a demanda, tamanho e complexidade de cada caso. A duração média do desenvolvimento do projeto é de três meses, e conta com as seguintes etapas:

1. Entrevista e medição

Para começar o projeto fazemos uma entrevista bem detalhada e aprofundada. Nos mergulharmos no universo da sua rotina no espaço, para entendermos seus desejos e demandas.

Fazemos também um reconhecimento do espaço a ser transformado e suas características físicas, com registro fotográfico, medição, análise de vizinhança, das condições preexistentes etc. E percebemos ao vivo as principais características físicas do espaço, do macro aos detalhes.

2. Estudo Preliminar

Desenvolvemos mais de uma opção de planta para o projeto. Assim, exploramos e apresentamos diferentes possibilidades de organização e dimensionamento dos espaços, para que os clientes escolham a que mais atende suas expectativas e gostos.

Ps.: é super comum sairmos da reunião com uma “mistura” de opções, pegando o pedacinho que mais agrada de cada planta. O resultado é uma planta com um layout personalizado, com a qual o cliente se identifica e escolheu ativamente o melhor para cada cômodo. Além garantir um resultado personalizado, faz com que avancemos com mais maturidade, certos de que, juntos, avaliamos diferentes caminhos, e seguros de uma decisão consciente e participativa.

3. Troca de referências

No mesmo dia da apresentação do Estudo Preliminar, enviamos o que chamamos de “caderno de referências”: uma coletânea com fotos de espaços em diferentes estilos, para que os clientes possam marcar e comentar nas que chamarem mais a sua atenção.

Com isso, assimilamos ainda melhor os seus gostos, o que nos ajuda a criar um projeto que combine com seu estilo!

4. Anteprojeto

Com planta definida e referências selecionadas, fazemos um modelo em 3d do projeto, com cores, materiais, texturas… a cara final do projeto! Apresentamos imagens de diferentes ângulos do projeto, para conversarmos sobre cada detalhe.

5. Projeto Executivo

Juntos com os clientes, visitamos lojas de revestimentos, iluminação, tudo o que envolve escolhas que influenciam no visual ou acabamento dos espaços. Mesmo com materiais já sugeridos, é comum chegarmos em uma loja e vermos outra opção em promoção, ou nos depararmos com algo que os clientes se apaixonam. Nesses momentos, estamos lá pra ajudar ponderar se essas adaptações valem a pena (sempre super abertos!).

Com todas as decisões já tomadas, chega a hora de transformar tudo em uma linguagem técnica para os orçamentos e a execução. São desenvolvidos desenhos técnicos, tabelas e textos que detalham todo o projeto e garantem a sua perfeita materialização.

Nosso cliente explicando suas ideias. Foto: Carlos Hauck

PROJETO FINALIZADO E DETALHADO, E AGORA?

Com o projeto em mãos você pode executar o que foi planejado quando quiser e com quem você quiser! Sempre indicamos profissionais de confiança para a concretização do que foi pensado, e você pode escolher entre eles e os que você já conhece.

De acordo com cada caso combinamos a necessidade de acompanhamento à obra.

QUANTO CUSTA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO?

São muitos fatores que influenciam no orçamento que elaboramos: a complexidade do projeto, seu porte, número de cômodos, prazo de desenvolvimento. Após uma conversa com os possíveis clientes, com base na nossa experiência, estimamos o tempo de envolvimento durante todo o processo e enviamos um orçamento detalhado por etapa.

Foto: Carlos Hauck

Gostou de conhecer mais sobre o Projeto Dobra? Tem alguma dúvida? Entra em contato com a gente e conversamos mais!

Com simplicidade, criatividade, inovação e irreverência, damos forma a sonhos e transformamos ideias em espaços para serem vividos.

Dobramos juntos, exploramos possibilidades e criamos com cada cliente dobras únicas.

Categorias
Blog

Piso de madeira desgastado. vale a pena restaurar?

Piso bonito é aquele que dura, traz conforto e se adapta bem ao dia a dia. E poucos materiais cumprem tão bem esse papel quanto a madeira maciça.

Ela é resistente, nunca sai de moda, tem ótima sensação térmica (especialmente nos dias frios!) e ainda disfarça bem a sujeira do dia a dia — diferente de revestimentos muito lisos, onde até um fio de cabelo parece chamar atenção. Mas, com o tempo, como todo material, a madeira sofre desgaste. E aí surge a dúvida comum em muitas reformas: vale a pena restaurar o piso de madeira? Ou é melhor trocar por um novo?

Pisto de tábua corrida restaurado no apartamento da Gina e do Antônio e da Wanessa. Fotos: Dentro Fotografia

Pisto de tábua corrida restaurado no apartamento da Gina e do Antônio. Foto: Dentro Fotografia

Pisto de tábua corrida restaurado no apartamento  da Wanessa. Foto: Dentro Fotografia

Alguns revestimentos, como o porcelanato, não permitem restauração — quando o acabamento superficial se desgasta, não há muito o que fazer. Já a madeira maciça (assim como pedras naturais e o granilite, por exemplo) tem uma vantagem: pode ser lixada e tratada novamente, recuperando seu brilho e aparência original.

Por isso, antes de pensar em demolir, vale analisar com calma. Muitas vezes, restaurar o piso é mais vantajoso do que substituir. Por aqui, o restauro é sempre a nossa primeira sugestão!

Pisto de taco do apartamento Afonso Pena. Foto: Sofia Vasconcelos

QUAL O NÍVEL DOS DANOS DO MEU PISO?

A primeira coisa a observar é se o problema está apenas na superfície ou se a estrutura da madeira está comprometida. Para isso, o ideal é contar com a avaliação de um profissional qualificado. Mesmo que parte do piso esteja danificada, pode ser possível trocar apenas os trechos mais comprometidos por tábuas reaproveitadas de outras demolições, e então nivelar e restaurar o conjunto.

QUAL A ESPESSURA DA MINHA MADEIRA? ELA AGUENTA MAIS UM SINTECO?

Além disso, é importante avaliar a espessura da madeira do piso existente – a cada restauro é feita uma pequena raspagem, o que faz com que a madeira fique mais fina. Em geral, pisos de madeira de 2cm de espessura aceitam cerca de 4 processos de restauro ao longo de sua vida útil, depois disso podem ficar finos demais e não resistir. A análise de cada caso precisa ser feita no local, caso a caso, de preferência por um profissional de confiança.

Tenha em mente que, ainda assim, o restauro pode significar um grande benefício, já que o tempo de obra poderá ser mais curto, a produção de lixos e resíduos será mínima e o gasto com novos materiais de construção será poupado. Isso sem falar na beleza e outros benefícios de um piso de madeira.

DECIDI RESTAURAR. E AI?

A técnica de restauração consiste na raspagem da madeira, e em seguida a aplicação de rejuntes e produtos para acabamento. Entre os acabamentos mais comuns, destacam-se o sinteco, à base de ureia-formol, e o Bona, um produto à base d’água. O sinteco tem acabamento mais brilhante e costuma ter um odor forte durante a aplicação e cura. Já o Bona tem cheiro muito mais suave, secagem mais rápida, é menos tóxica e apresenta opções de acabamento mais fosco — e por isso é a nossa principal escolha.

Depois de feito o procedimento, o piso estará parecerá novo, mas lembre-se de tomar alguns cuidados para preservá-lo por bastante tempo. Alguns cuidados simples fazem toda a diferença:

– Use feltros nos pés dos móveis para evitar arranhões;
– Evite molhar o piso — se cair água, seque o quanto antes;
– Não use produtos abrasivos na limpeza diária;
– Prefira panos levemente úmidos e produtos neutros.

Pisto de taco do apartamento do Jardel e Dashiell. Foto: Dentro fotografia

E aí, curtiu as dicas? Já sabe qual alternativa escolher para sua obra? Esperamos que essas informações tenham te ajudado e sirvam de inspiração!

Categorias
Blog

Transformando espaços com pintura

Na hora de reformar, construir ou redecorar, uma pergunta sempre aparece: como deixar o espaço com a nossa cara? E uma das formas mais simples (e baratas!) de transformar um ambiente é com pintura.

Sem quebra-quebra e com muito potencial de mudança, a pintura pode dar cor, vida e personalidade a um espaço neutro — e as possibilidades são muitas: cores, formas, técnicas, superfícies… Por aqui, na DOBRA, adoramos usar esse recurso nos nossos projetos.

E tem mais: ao contrário de pisos, bancadas ou revestimentos mais definitivos, a pintura permite ousar — porque mudar depois, se quiser, é mais simples e econômico.

Destaque para a porta em vermelho no apartamento da Wanessa. Foto: Dentro Fotografia

QUAL TIPO DE TINTA ESCOLHER?

Antes de pensar na cor, é importante escolher o tipo certo de tinta. Isso influencia diretamente na durabilidade, na estética e na manutenção do espaço. Vale sempre conversar com seu arquiteto, pintor ou até com quem estiver te atendendo na loja, mas aqui vão algumas dicas gerais:

  • Tinta fosca: ideal para paredes com imperfeições, pois disfarça bem irregularidades. Costumamos usá-la bastante em tetos e paredes internas.

  • Acetinada ou brilhante: mais fáceis de limpar, mas tendem a destacar defeitos na superfície. Ótima escolha para quem busca praticidade e tem paredes bem lisas.

  • Tinta epóxi: indicada para áreas úmidas (como cozinhas e banheiros) ou até para pintar sobre revestimentos, como azulejos. Alta resistência e ótimo acabamento.

Ah! Hoje em dia há várias opções laváveis no mercado. Se o ambiente tiver alto uso (como corredores, quartos infantis ou áreas de refeições), leve isso em consideração na hora da escolha.

A cama sem cabeceira ganhou destaque com uma pintura em arco no apartamento da Wanessa. Foto: Dentro Fotografia

COMO ESCOLHER A COR CERTA?

Quando o assunto é cor, não existe certo ou errado. A dica é pensar no seu estilo, buscar referências e se perguntar: com que ambientes eu me identifico?

Mas, se bater dúvida, aqui vão algumas sugestões que usamos bastante nos nossos projetos:

  • Ambientes escuros: prefira tons claros. Eles refletem melhor a luz natural e ajudam a manter o ambiente mais iluminado.

  • Cores já existentes: observe os tons de móveis, pisos ou revestimentos. Uma boa ideia é repetir essas cores na pintura ou buscar contrastes com tons complementares.

  • Medo de ousar? Aposte em tons mais suaves. Tons claros tendem a ser mais neutros visualmente e enjoam menos com o tempo.

  • Ambientes neutros, mas com graça: branco não precisa ser o único caminho. Na Dobra, gostamos de pintar tetos em um branco mais puro (como o “Branco Neve”) e paredes em um tom clarinho de cinza ou bege. Esse leve contraste traz sofisticação e profundidade ao ambiente, sem deixar de ser neutro.

ONDE PINTAR? PENSE ALÉM DAS PAREDES!

A pintura pode ir muito além da parede inteira em um tom só. A escolha da superfície e da forma de aplicar a cor pode transformar completamente a percepção do ambiente:

  • Teto colorido: cria um ponto de destaque inesperado e traz personalidade.

  • Pintura com altura marcada: um barrado mais baixo (ou mais alto!) pode mudar a leitura das proporções do ambiente.

  • Destaque por parede: pintar uma única parede com uma cor diferente pode valorizar móveis ou criar um fundo especial para o espaço.

Usar a pintura como estratégia é uma forma acessível e criativa de valorizar cada canto da casa.

Imersão no rosa na sala de entrada do Estúdio Lampejo. Foto: Ivan Araújo

Pintura em tons suaves até a altura das portas na sala da Cybele e do Felipe. Foto: Dentro Fotografia

Pintura em preto fosco cumprindo papel de lousa na entrada do apartamento da Natália e do Matias. Foto: Dentro Fotografia

Se você está planejando reformar ou redecorar em Belo Horizonte e quer descobrir como a pintura pode transformar seu espaço, conte com a gente da DOBRA Arquitetura. A gente adora ajudar a pensar em soluções que unem beleza, funcionalidade e personalidade — sempre respeitando o que faz sentido pra você.

Categorias
Blog

Projetos corporativos com mais participação

Escritório Casa2. Foto: Ivan Araújo

Elaborar projetos com participação e envolvimento dos clientes é algo que não abrimos mão. E em projetos corporativos isso não poderia ser diferente!

Mas, por se tratar espaços utilizados por muitas pessoas, que influenciam diretamente no dia a dia, bem estar e trabalho de tantos colaboradores, isso exige um processo de trabalho próprio, diferente de projetos residenciais, por exemplo.

Vamos contar aqui um pouco sobre como acontece o desenvolvimento de projetos corporativos, e principalmente como fazemos para considerar os desejos de tantas pessoas. 

QUEM OPINA, PARTICIPA E DECIDE SOBRE O PROJETO?

Muitos projetos para escritórios ou empresas são pensados para acomodar dezenas ou centenas de pessoas. Muitas vezes é quase impossível que todas se envolvam de forma intensa no processo. Por isso, pra começar, é preciso definir uma equipe limitada que vai se participar mais profundamente das decisões ao longo de todo o desenvolvimento do projeto. E a escolha de quem vai compor esse time deve ser estratégica: quanto melhor essas pessoas conhecerem a cultura da empresa, seu dia a dia, as necessidades e dores das equipes, melhor!

Mas a definição desse time envolvido diretamente com o projeto não significa que os outros colaboradores não serão ouvidos. Para garantir que cada um possa falar, sem medo de ser julgado, enviamos a todos um questionário online com perguntas e espaço pra se expressarem livremente. Com as respostas, geramos gráficos, comparamos resultados entre equipes e conseguimos mapear as necessidades de cada um. Isso é apresentado para o time mais envolvido com o projeto e embasa cada decisão a ser tomada.

Dar oportunidade para todos falarem e assimilar isso no projeto é algo que faz toda a diferença! Os colaboradores se sentem (e de fato são!) ouvidos, o que impacta no resultado final do projeto e na relação de cada um com o espaço e com a empresa.

A partir daí, o processo segue de forma similar ao nosso método em projetos residenciais, sempre com grande foco na participação. 

ESTUDO PRELIMINAR

Depois de fazer um diagnóstico sobre a situação atual dos espaços físicos da empresa, ouvindo cada um dos colaboradores, chega a hora de começar a projetar! Desenvolvemos mais de uma opção de planta inicial para o projeto. Assim, exploramos e apresentamos diferentes possibilidades de organização e dimensionamento dos espaços, para que o time mais envolvido escolha a que melhor atende o coletivo.

Veja abaixo as opções de organização dos espaços da Tagna:

Ps.: é super comum sairmos da reunião com uma “mistureba” de opções, pegando o pedacinho que mais agrada de cada planta. O resultado é um ponto de partida para o projeto com a cara da empresa, personalizado de acordo com as escolhas de quem está lá no dia a dia. Comparar diferentes alternativas no início do projeto faz com que avancemos com mais maturidade, certos de que, juntos, avaliamos caminhos, e seguros de uma decisão consciente e participativa – o que resulta em muito mais agilidade e menos revisões e passos pra trás nas etapas seguintes.

TROCA DE REFERÊNCIAS

No mesmo dia da apresentação do Estudo Preliminar, enviamos o que chamamos de “caderno de referências”: uma coletânea com fotos de espaços em diferentes estilos, para que a equipe envolvida com o projeto possa marcar e comentar nas imagens que chamarem mais a sua atenção.

Com isso, assimilamos ainda melhor o estilo que esperam para a empresa, o que nos ajuda a criar um projeto em harmonia com isso!

ANTEPROJETO

Com planta definida e referências selecionadas, fazemos um modelo em 3d do projeto, com cores, materiais, texturas… a cara final do projeto! Apresentamos imagens de diferentes ângulos dos espaços, para conversarmos sobre cada detalhe.

PROJETO EXECUTIVO

Com todas as decisões já tomadas, chega a hora de transformar tudo em uma linguagem técnica para os orçamentos e a execução. São desenvolvidos desenhos, tabelas e textos que detalham todo o projeto e garantem a sua perfeita materialização.

Sede da Tagna. Foto: Dentro Fotografia