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Apartamento da Nicole e do Saulo

A Nicole e o Saulo compraram o apartamento ainda na fase de construção do prédio. Com isso, pudemos planejar juntos cada detalhe, alterando a planta original e adequando cada cômodo às necessidades do casal. Eles queriam um apartamento despojado e com cara de casa, com mistura de elementos contemporâneos com antigos.

Logo na entrada temos um resumo do que o resto do apartamento também vai nos mostrar: uma base clara e aconchegante e toques de cor, que trazem mais alegria e destaque a alguns elementos.

Belo Horizonte, 2022

Ficha técnica
Projeto: Dobra Arquitetura
Colaboração: Luíza Pinto e Vinícius Pontes
Execução: DAC construtora
Marcenaria: Santo Caus
Fotos: Dentro Fotografia

A sala e cozinha integradas formam um conjunto amplo, bem iluminado e bem ventilado. E a bancada alta, que ao mesmo tempo divide e articula os dois ambientes, proporciona momentos para lanches rápidos e mais interação em confraternizações.

Os armários coloridos (verde na cozinha e vermelho na sala), juntamente com os ladrilhos hidráulicos estampados, trazem mais personalidade para os espaços. E outros elementos como palhinha, madeira, cimento queimado, piso de taco, móveis antigos garimpados e plantas complementam os cômodos com um ar de casa afetiva.

Na área íntima do apartamento muitos materiais se repetem, trazendo coerência e harmonia ao todo. Apesar disso, aplicados de formas diferentes ou com cores variadas, cada cômodo ganha uma cara e personalidade própria!

Mais detalhes do projeto:

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Casas

Casa da Renata e do Vinícius

A casa da Renata e do Vinícius fica em um condomínio lindo em BH, e o cuidado com a arquitetura existente era um consenso para a reforma. Alguns elementos da fachada, quintal e interior precisavam de mudanças para atender à nova família, mas essas transformações foram equilibradas com a preservação de muitos itens, mantando identidade original da casa, já com bastante charme.

Na fachada, as mudanças foram sutis: o tom da pintura e a ampliação da sala, ‘roubando’ um pouco do espaço da garagem, se harmonizaram com telhado e portas e janelas de madeira existentes. Mas logo ao se abrir a porta de entrada se percebe uma grande mudança nos cômodos do primeiro pavimento. A ampliação e integração da sala e da cozinha trouxeram mais iluminação e espaço, e também a presença do quintal no interior, que passou a ser visto logo da entrada.

Belo Horizonte, 2022

Ficha técnica
Projeto: Dobra Arquitetura
Colaboração: Stephanie Cabral e Vinícius Pontes
Execução: Construtora Acaiaca
Marcenaria: Cupim Woodwork e Vestra Planejados
Paisagismo: Verde Tom

Externamente o impacto maior veio com a “desconstrução”, pra aumentar a presença do verde e do céu, que era o principal pedido dos clientes. Foi retirada boa parte do piso permeável, que deu lugar à grama, e também parte das telhas. A estrutura do telhado foi mantida para dar suporte para trepadeiras, que ficam acima de uma banheira antiga que foi garimpada pelo casal. O resultado das mudanças foi um quintal mais aconchegante e colorido, bem diferente da aridez de antes.

A decoração dos cômodos do interior da casa mistura elementos retrô, como o lambri, ladrilho hidráulico, granilite, com outros mais urbanos, como concreto e estrutura metálica aparente. E tudo isso se soma à presença bastante cor e muitos objetos e móveis e objetos cheios de história. E o resultado é essa casa com muita personalidade, borogodó e poesia.

Mais detalhes do projeto:

Fotos do espaço antes da reforma:

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Apartamentos

Apartamento da Marcela e do Flávio

O Flávio e a Marcela compraram o apartamento na planta, antes da construção do prédio. Com isso, pudemos planejar juntos cada detalhe, alterando a planta original para a criação de um apartamento que funcionasse melhor para as necessidades do casal.

O apartamento é um duplex que tem os cômodos de uso mais íntimo no andar de cima e os de uso social no de baixo. No primeiro pavimento as possibilidades de integração entre os ambientes foi o principal ponto de partida: painéis e portas de correr dão flexibilidade e permitem a conexão de espaços. E a área externa, aos fundos, é vista de quase todos os ambientes. A impressão é de se estar em uma casa nas alturas.

Belo Horizonte, 2022

Ficha técnica
Projeto: Dobra Arquitetura
Curadoria de arte e mobiliário: Gema Arquitetura
Colaboração: Juliana Fernandes, Stephanie Cabral
Execução: Construtora Monterre
Marcenaria: Todeschini Paisagismo: Plante comigo
Fotos: Luiza Ananias

No segundo andar, mais intimista, o aconchego foi o norte: tons de madeira e texturas de tecidos e tapetes reforçam a sensação de conforto. Para cores e acabamentos a escolha foi por uma base neutra, onde o destaque fica para os objetos, móveis, obras de arte e plantas.

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Apartamentos

Apartamento da Cecília e do Biano

A reforma no apartamento da Cecília e do Biano foi completa, alguns cômodos mantiveram suas dimensões e posições originais, mas ganharam novos acabamentos, e outros passaram por mudanças ainda maiores.

Na cozinha, por exemplo, a mudança foi grande: ela foi ampliada, incorporando parte do antigo quarto de serviços e da lavanderia, além de ser integrada à sala. O impacto se percebe não só na própria cozinha, bem maior, mais ventilada e iluminada, com bancadas e armários generosos, mas também nos espaços adjacentes.

Os novos materiais e acabamentos do apartamento também foram fundamentais nas transformações. Optou-se por uma base mais neutra (mas não sem charme!), composta por piso de granilite em todas as áreas molhadas e amadeirado no corredor e quartos. Bancadas de granito cinza e mármore branco e elementos em concreto aparente completam o time de materiais com tons neutros e fáceis de combinar, que estão presentes estrategicamente nos elementos mais fixos e definitivos.

Azulejos estampados, ladrilhos hidráulicos, portas coloridas, pintura e marcenaria entram dando mais personalidade ao apartamento, deixando ele a cara dos moradores. E pra arrematar, plantas, objetos decorativos, quadros e móveis que o casal já tinha dão mais vida aos espaços.

Belo Horizonte, 2022

Ficha técnica
Projeto: Dobra Arquitetura
Colaboração: Luíza Pinto
Execução: Construtora Acaiaca
Marcenaria: Vestra Planejados
Fotos: Dentro Fotografia

Mais detalhes do projeto:

Fotos do espaço antes da reforma:

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Campo das Palestras SESC [CasaCor 2018]

O Campo das Palestras Sesc, espaço que recebeu diversos eventos e palestras na CasaCor Minas 2018, foi concebido a partir da ideia de movimento e flexibilidade. Ao quebrar a rigidez estabelecida entre palco e plateia dos espaços usuais, prioriza-se mais a troca de informações entre os participantes do que a noção de transmissão de conhecimento.

O ambiente, com layout fluído e mobiliário desenhado exclusivamente para a mostra, foi projetado para propiciar encontros de vários tipos e em diversos momentos, seja entre as pessoas fisicamente ou entre estas e conteúdos digitais produzidos no decorrer do evento.

Belo Horizonte, 2018

Ficha técnica:
Projeto: Dobra Arquitetura e Lucas Durães
Serralheria: Pingo Serralheria
Marcenaria: Fábrica jangada
Fotos: Jomar Bragança

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Coleção Moderna [CasaCor 2018]

Coleção de móveis desenvolvida para o Campo das Palestras Sesc da CasaCor Minas 2018, a partir da cadeira Moderna – um ícone do design popular produzido em Belo Horizonte.

Para quebrar a rigidez entre palco e plateia dos espaços tradicionais de palestras, desenhamos uma linha de móveis que inclui, além da cadeira Moderna, cadeira de balanço, banco, longarina, mesa baixa, mesa alta, gangorra, biombo e cama.

As estruturas brancas em metalon seguem as linhas da peça original e se desdobram para conformar novos mobiliários. Chapas de compensado e elementos estofados trazem constrastes de cor e textura.

Belo Horizonte, 2018

Ficha técnica:
Projeto: Dobra Arquitetura e Lucas Durães
Serralheria: Pingo Serralheria
Marcenaria: Fábrica jangada
Fotos: Thobias Almeida

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Projeto Dobra: como é o nosso jeito de trabalhar

Muito espaço pra conversa! Foto: Carlos Hauck

Fazer projetos com mais participação e envolvimento dos clientes: foi isso que nos motivou abrir a Dobra Arquitetura, lá em 2013.

A partir de um método de projeto exclusivo, trabalhamos com autoria compartilhada, ou seja, nossos projetos são elaborados com a participação dos clientes, numa relação de proximidade, diálogos abertos e troca de ideias. Acreditamos que os autores dos projetos não somos apenas nós, mas também as pessoas que vão executar, viver e usar os espaços.

Vamos contar aqui um pouco sobre como o Projeto Dobra funciona e como garantimos que os clientes possam expressar suas ideias e participar ativamente de cada decisão, atingindo o projeto ideal de forma mais rápida e com a sua cara!

ETAPAS DO PROJETO

O Projeto da Dobra pode durar mais ou menos tempo, de acordo com a demanda, tamanho e complexidade de cada caso. A duração média do desenvolvimento do projeto é de três meses, e conta com as seguintes etapas:

1. Entrevista e medição

Para começar o projeto fazemos uma entrevista bem detalhada e aprofundada. Nos mergulharmos no universo da sua rotina no espaço, para entendermos seus desejos e demandas.

Fazemos também um reconhecimento do espaço a ser transformado e suas características físicas, com registro fotográfico, medição, análise de vizinhança, das condições preexistentes etc. E percebemos ao vivo as principais características físicas do espaço, do macro aos detalhes.

2. Estudo Preliminar

Desenvolvemos mais de uma opção de planta para o projeto. Assim, exploramos e apresentamos diferentes possibilidades de organização e dimensionamento dos espaços, para que os clientes escolham a que mais atende suas expectativas e gostos.

Ps.: é super comum sairmos da reunião com uma “mistura” de opções, pegando o pedacinho que mais agrada de cada planta. O resultado é uma planta com um layout personalizado, com a qual o cliente se identifica e escolheu ativamente o melhor para cada cômodo. Além garantir um resultado personalizado, faz com que avancemos com mais maturidade, certos de que, juntos, avaliamos diferentes caminhos, e seguros de uma decisão consciente e participativa.

3. Troca de referências

No mesmo dia da apresentação do Estudo Preliminar, enviamos o que chamamos de “caderno de referências”: uma coletânea com fotos de espaços em diferentes estilos, para que os clientes possam marcar e comentar nas que chamarem mais a sua atenção.

Com isso, assimilamos ainda melhor os seus gostos, o que nos ajuda a criar um projeto que combine com seu estilo!

4. Anteprojeto

Com planta definida e referências selecionadas, fazemos um modelo em 3d do projeto, com cores, materiais, texturas… a cara final do projeto! Apresentamos imagens de diferentes ângulos do projeto, para conversarmos sobre cada detalhe.

5. Projeto Executivo

Juntos com os clientes, visitamos lojas de revestimentos, iluminação, tudo o que envolve escolhas que influenciam no visual ou acabamento dos espaços. Mesmo com materiais já sugeridos, é comum chegarmos em uma loja e vermos outra opção em promoção, ou nos depararmos com algo que os clientes se apaixonam. Nesses momentos, estamos lá pra ajudar ponderar se essas adaptações valem a pena (sempre super abertos!).

Com todas as decisões já tomadas, chega a hora de transformar tudo em uma linguagem técnica para os orçamentos e a execução. São desenvolvidos desenhos técnicos, tabelas e textos que detalham todo o projeto e garantem a sua perfeita materialização.

Nosso cliente explicando suas ideias. Foto: Carlos Hauck

PROJETO FINALIZADO E DETALHADO, E AGORA?

Com o projeto em mãos você pode executar o que foi planejado quando quiser e com quem você quiser! Sempre indicamos profissionais de confiança para a concretização do que foi pensado, e você pode escolher entre eles e os que você já conhece.

De acordo com cada caso combinamos a necessidade de acompanhamento à obra.

QUANTO CUSTA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO?

São muitos fatores que influenciam no orçamento que elaboramos: a complexidade do projeto, seu porte, número de cômodos, prazo de desenvolvimento. Após uma conversa com os possíveis clientes, com base na nossa experiência, estimamos o tempo de envolvimento durante todo o processo e enviamos um orçamento detalhado por etapa.

Foto: Carlos Hauck

Gostou de conhecer mais sobre o Projeto Dobra? Tem alguma dúvida? Entra em contato com a gente e conversamos mais!

Com simplicidade, criatividade, inovação e irreverência, damos forma a sonhos e transformamos ideias em espaços para serem vividos.

Dobramos juntos, exploramos possibilidades e criamos com cada cliente dobras únicas.

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Piso de madeira desgastado. vale a pena restaurar?

Piso bonito é aquele que dura, traz conforto e se adapta bem ao dia a dia. E poucos materiais cumprem tão bem esse papel quanto a madeira maciça.

Ela é resistente, nunca sai de moda, tem ótima sensação térmica (especialmente nos dias frios!) e ainda disfarça bem a sujeira do dia a dia — diferente de revestimentos muito lisos, onde até um fio de cabelo parece chamar atenção. Mas, com o tempo, como todo material, a madeira sofre desgaste. E aí surge a dúvida comum em muitas reformas: vale a pena restaurar o piso de madeira? Ou é melhor trocar por um novo?

Pisto de tábua corrida restaurado no apartamento da Gina e do Antônio e da Wanessa. Fotos: Dentro Fotografia

Pisto de tábua corrida restaurado no apartamento da Gina e do Antônio. Foto: Dentro Fotografia

Pisto de tábua corrida restaurado no apartamento  da Wanessa. Foto: Dentro Fotografia

Alguns revestimentos, como o porcelanato, não permitem restauração — quando o acabamento superficial se desgasta, não há muito o que fazer. Já a madeira maciça (assim como pedras naturais e o granilite, por exemplo) tem uma vantagem: pode ser lixada e tratada novamente, recuperando seu brilho e aparência original.

Por isso, antes de pensar em demolir, vale analisar com calma. Muitas vezes, restaurar o piso é mais vantajoso do que substituir. Por aqui, o restauro é sempre a nossa primeira sugestão!

Pisto de taco do apartamento Afonso Pena. Foto: Sofia Vasconcelos

QUAL O NÍVEL DOS DANOS DO MEU PISO?

A primeira coisa a observar é se o problema está apenas na superfície ou se a estrutura da madeira está comprometida. Para isso, o ideal é contar com a avaliação de um profissional qualificado. Mesmo que parte do piso esteja danificada, pode ser possível trocar apenas os trechos mais comprometidos por tábuas reaproveitadas de outras demolições, e então nivelar e restaurar o conjunto.

QUAL A ESPESSURA DA MINHA MADEIRA? ELA AGUENTA MAIS UM SINTECO?

Além disso, é importante avaliar a espessura da madeira do piso existente – a cada restauro é feita uma pequena raspagem, o que faz com que a madeira fique mais fina. Em geral, pisos de madeira de 2cm de espessura aceitam cerca de 4 processos de restauro ao longo de sua vida útil, depois disso podem ficar finos demais e não resistir. A análise de cada caso precisa ser feita no local, caso a caso, de preferência por um profissional de confiança.

Tenha em mente que, ainda assim, o restauro pode significar um grande benefício, já que o tempo de obra poderá ser mais curto, a produção de lixos e resíduos será mínima e o gasto com novos materiais de construção será poupado. Isso sem falar na beleza e outros benefícios de um piso de madeira.

DECIDI RESTAURAR. E AI?

A técnica de restauração consiste na raspagem da madeira, e em seguida a aplicação de rejuntes e produtos para acabamento. Entre os acabamentos mais comuns, destacam-se o sinteco, à base de ureia-formol, e o Bona, um produto à base d’água. O sinteco tem acabamento mais brilhante e costuma ter um odor forte durante a aplicação e cura. Já o Bona tem cheiro muito mais suave, secagem mais rápida, é menos tóxica e apresenta opções de acabamento mais fosco — e por isso é a nossa principal escolha.

Depois de feito o procedimento, o piso estará parecerá novo, mas lembre-se de tomar alguns cuidados para preservá-lo por bastante tempo. Alguns cuidados simples fazem toda a diferença:

– Use feltros nos pés dos móveis para evitar arranhões;
– Evite molhar o piso — se cair água, seque o quanto antes;
– Não use produtos abrasivos na limpeza diária;
– Prefira panos levemente úmidos e produtos neutros.

Pisto de taco do apartamento do Jardel e Dashiell. Foto: Dentro fotografia

E aí, curtiu as dicas? Já sabe qual alternativa escolher para sua obra? Esperamos que essas informações tenham te ajudado e sirvam de inspiração!

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Transformando espaços com pintura

Na hora de reformar, construir ou redecorar, uma pergunta sempre aparece: como deixar o espaço com a nossa cara? E uma das formas mais simples (e baratas!) de transformar um ambiente é com pintura.

Sem quebra-quebra e com muito potencial de mudança, a pintura pode dar cor, vida e personalidade a um espaço neutro — e as possibilidades são muitas: cores, formas, técnicas, superfícies… Por aqui, na DOBRA, adoramos usar esse recurso nos nossos projetos.

E tem mais: ao contrário de pisos, bancadas ou revestimentos mais definitivos, a pintura permite ousar — porque mudar depois, se quiser, é mais simples e econômico.

Destaque para a porta em vermelho no apartamento da Wanessa. Foto: Dentro Fotografia

QUAL TIPO DE TINTA ESCOLHER?

Antes de pensar na cor, é importante escolher o tipo certo de tinta. Isso influencia diretamente na durabilidade, na estética e na manutenção do espaço. Vale sempre conversar com seu arquiteto, pintor ou até com quem estiver te atendendo na loja, mas aqui vão algumas dicas gerais:

  • Tinta fosca: ideal para paredes com imperfeições, pois disfarça bem irregularidades. Costumamos usá-la bastante em tetos e paredes internas.

  • Acetinada ou brilhante: mais fáceis de limpar, mas tendem a destacar defeitos na superfície. Ótima escolha para quem busca praticidade e tem paredes bem lisas.

  • Tinta epóxi: indicada para áreas úmidas (como cozinhas e banheiros) ou até para pintar sobre revestimentos, como azulejos. Alta resistência e ótimo acabamento.

Ah! Hoje em dia há várias opções laváveis no mercado. Se o ambiente tiver alto uso (como corredores, quartos infantis ou áreas de refeições), leve isso em consideração na hora da escolha.

A cama sem cabeceira ganhou destaque com uma pintura em arco no apartamento da Wanessa. Foto: Dentro Fotografia

COMO ESCOLHER A COR CERTA?

Quando o assunto é cor, não existe certo ou errado. A dica é pensar no seu estilo, buscar referências e se perguntar: com que ambientes eu me identifico?

Mas, se bater dúvida, aqui vão algumas sugestões que usamos bastante nos nossos projetos:

  • Ambientes escuros: prefira tons claros. Eles refletem melhor a luz natural e ajudam a manter o ambiente mais iluminado.

  • Cores já existentes: observe os tons de móveis, pisos ou revestimentos. Uma boa ideia é repetir essas cores na pintura ou buscar contrastes com tons complementares.

  • Medo de ousar? Aposte em tons mais suaves. Tons claros tendem a ser mais neutros visualmente e enjoam menos com o tempo.

  • Ambientes neutros, mas com graça: branco não precisa ser o único caminho. Na Dobra, gostamos de pintar tetos em um branco mais puro (como o “Branco Neve”) e paredes em um tom clarinho de cinza ou bege. Esse leve contraste traz sofisticação e profundidade ao ambiente, sem deixar de ser neutro.

ONDE PINTAR? PENSE ALÉM DAS PAREDES!

A pintura pode ir muito além da parede inteira em um tom só. A escolha da superfície e da forma de aplicar a cor pode transformar completamente a percepção do ambiente:

  • Teto colorido: cria um ponto de destaque inesperado e traz personalidade.

  • Pintura com altura marcada: um barrado mais baixo (ou mais alto!) pode mudar a leitura das proporções do ambiente.

  • Destaque por parede: pintar uma única parede com uma cor diferente pode valorizar móveis ou criar um fundo especial para o espaço.

Usar a pintura como estratégia é uma forma acessível e criativa de valorizar cada canto da casa.

Imersão no rosa na sala de entrada do Estúdio Lampejo. Foto: Ivan Araújo

Pintura em tons suaves até a altura das portas na sala da Cybele e do Felipe. Foto: Dentro Fotografia

Pintura em preto fosco cumprindo papel de lousa na entrada do apartamento da Natália e do Matias. Foto: Dentro Fotografia

Se você está planejando reformar ou redecorar em Belo Horizonte e quer descobrir como a pintura pode transformar seu espaço, conte com a gente da DOBRA Arquitetura. A gente adora ajudar a pensar em soluções que unem beleza, funcionalidade e personalidade — sempre respeitando o que faz sentido pra você.

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Projetos corporativos com mais participação

Escritório Casa2. Foto: Ivan Araújo

Elaborar projetos com participação e envolvimento dos clientes é algo que não abrimos mão. E em projetos corporativos isso não poderia ser diferente!

Mas, por se tratar espaços utilizados por muitas pessoas, que influenciam diretamente no dia a dia, bem estar e trabalho de tantos colaboradores, isso exige um processo de trabalho próprio, diferente de projetos residenciais, por exemplo.

Vamos contar aqui um pouco sobre como acontece o desenvolvimento de projetos corporativos, e principalmente como fazemos para considerar os desejos de tantas pessoas. 

QUEM OPINA, PARTICIPA E DECIDE SOBRE O PROJETO?

Muitos projetos para escritórios ou empresas são pensados para acomodar dezenas ou centenas de pessoas. Muitas vezes é quase impossível que todas se envolvam de forma intensa no processo. Por isso, pra começar, é preciso definir uma equipe limitada que vai se participar mais profundamente das decisões ao longo de todo o desenvolvimento do projeto. E a escolha de quem vai compor esse time deve ser estratégica: quanto melhor essas pessoas conhecerem a cultura da empresa, seu dia a dia, as necessidades e dores das equipes, melhor!

Mas a definição desse time envolvido diretamente com o projeto não significa que os outros colaboradores não serão ouvidos. Para garantir que cada um possa falar, sem medo de ser julgado, enviamos a todos um questionário online com perguntas e espaço pra se expressarem livremente. Com as respostas, geramos gráficos, comparamos resultados entre equipes e conseguimos mapear as necessidades de cada um. Isso é apresentado para o time mais envolvido com o projeto e embasa cada decisão a ser tomada.

Dar oportunidade para todos falarem e assimilar isso no projeto é algo que faz toda a diferença! Os colaboradores se sentem (e de fato são!) ouvidos, o que impacta no resultado final do projeto e na relação de cada um com o espaço e com a empresa.

A partir daí, o processo segue de forma similar ao nosso método em projetos residenciais, sempre com grande foco na participação. 

ESTUDO PRELIMINAR

Depois de fazer um diagnóstico sobre a situação atual dos espaços físicos da empresa, ouvindo cada um dos colaboradores, chega a hora de começar a projetar! Desenvolvemos mais de uma opção de planta inicial para o projeto. Assim, exploramos e apresentamos diferentes possibilidades de organização e dimensionamento dos espaços, para que o time mais envolvido escolha a que melhor atende o coletivo.

Veja abaixo as opções de organização dos espaços da Tagna:

Ps.: é super comum sairmos da reunião com uma “mistureba” de opções, pegando o pedacinho que mais agrada de cada planta. O resultado é um ponto de partida para o projeto com a cara da empresa, personalizado de acordo com as escolhas de quem está lá no dia a dia. Comparar diferentes alternativas no início do projeto faz com que avancemos com mais maturidade, certos de que, juntos, avaliamos caminhos, e seguros de uma decisão consciente e participativa – o que resulta em muito mais agilidade e menos revisões e passos pra trás nas etapas seguintes.

TROCA DE REFERÊNCIAS

No mesmo dia da apresentação do Estudo Preliminar, enviamos o que chamamos de “caderno de referências”: uma coletânea com fotos de espaços em diferentes estilos, para que a equipe envolvida com o projeto possa marcar e comentar nas imagens que chamarem mais a sua atenção.

Com isso, assimilamos ainda melhor o estilo que esperam para a empresa, o que nos ajuda a criar um projeto em harmonia com isso!

ANTEPROJETO

Com planta definida e referências selecionadas, fazemos um modelo em 3d do projeto, com cores, materiais, texturas… a cara final do projeto! Apresentamos imagens de diferentes ângulos dos espaços, para conversarmos sobre cada detalhe.

PROJETO EXECUTIVO

Com todas as decisões já tomadas, chega a hora de transformar tudo em uma linguagem técnica para os orçamentos e a execução. São desenvolvidos desenhos, tabelas e textos que detalham todo o projeto e garantem a sua perfeita materialização.

Sede da Tagna. Foto: Dentro Fotografia